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Mais dois técnicos são chamados pelo CDT

08 DE AGOSTO DE 2014 - ATUALIZADA EM 26 DE NOVEMBRO DE 2014 | Redator: Francine Neuschrank/ABCCC

Com o crescimento da raça e da demanda de atendimento, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) atua no credenciamento de dois novos técnicos. Thiago Orlando e Gustavo Arhanitsch foram convocados pelo Conselho Deliberativo Técnico (CDT) para dar início a um roteiro de qualificação, procedimento necessário antes de efetivamente integrarem o quadro de supervisores da entidade.


Aprovados na seleção encerrada em abril de 2013, os profissionais deverão passar por um período de estágio, que inclui o acompanhamento de atividades e provas oficiais ao lado de um dos técnicos já credenciados. Após o cumprimento desta etapa, os dois poderão enfim receber a marca da raça, que simboliza a posse e a autorização para prestarem o atendimento em nome da ABCCC.


Conheça os futuros supervisores


Natural de Curitiba/PR, Arhanitsch é formado em Medicina Veterinária pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e possui Especialização em Clínica e Cirurgia. Aos 25 anos, o profissional vê o novo desafio como uma oportunidade de não se distanciar do universo do cavalo Crioulo. “O objetivo é poder contribuir com o crescimento da raça e não sair da área. Parte da motivação também vem da família e do gosto pessoal, pois eu nasci e cresci no meio”, conta.


Além de atuar no atendimento equino, Arhanitsch possui um Centro de Treinamento e compete nas provas da raça, entre elas o Freio de Ouro. “Sabemos que a carreira de ginete tem um prazo de validade, então essa é também uma oportunidade de investir em algo que me deixe próximo do meio por mais tempo”, completa o futuro técnico.


Se a iniciação na raça geralmente vem de berço, com Thiago Orlando a história foi diferente. “Ninguém na minha família criava cavalos. Então, na verdade fui eu que comecei nesse meio por paixão própria”, conta. Natural de Passo Fundo/RS, o futuro técnico possui formação acadêmica em Medicina Veterinária, pela Universidade de Passo Fundo (UPF), e também Especialização na área de Clínica e Cirurgia Veterinária.  Aos 29 anos, Orlando é dono de uma Central de Reprodução Equina e, com o ingresso no quadro de técnicos, pretende consolidar sua atuação na raça. “Sempre estive ligado ao meio Crioulo e até já participei de algumas provas, mas a ideia é agora participar mais do desenvolvimento da raça, auxiliando a entidade dentro do possível”, justifica o profissional.