ABCCC - Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos

Gira técnica percorre 6 mil quilômetros no Mato Grosso

02 DE OUTUBRO DE 2019 - ATUALIZADA EM 07 DE OUTUBRO DE 2019 | Redator: Júlia de Andrade/ABCCC

Com o objetivo de aproximar a Associação dos estados mais distantes da sede - localizada em Pelotas/RS - e que não possuem supervisores credenciados residentes, a Gira Técnica estabelece uma troca de conhecimento entre a entidade e o público, auxiliando e orientando criadores, proprietários e possíveis novos usuários do Cavalo Crioulo.

 

A Gira que está em atividade há mais de 10 anos, disponibiliza serviços como registro provisório e definitivo, resenha, auxílio técnico, revisão de manadas, confirmação dos animais e demais orientações que os locais visitados precisarem. Os analistas de expansão fazem um mapeamento dos criadores dessas regiões, analisando às necessidades específicas de atendimento de cada um deles. 

 

Atualmente, nesses atendimentos o translado aéreo do supervisor até o estado é subsidiado pela ABCCC, enquanto o valor do deslocamento em terra é dividido entre todos os participantes, ficando sob a responsabilidade do dono dos animais cobrir o pagamento das demais despesas individuais pelos serviços prestados.

 

Mato Grosso em destaque

 

Durante um período de 13 dias com 6 mil quilômetros percorridos, a Gira Técnica no Mato Grosso visitou 12 cidades, prestando atendimento para 13 criadores. O trabalho foi realizado pelo técnico credenciado à ABCCC, Romeu Koch, acompanhado pelos analistas de expansão Lucas Lau e Bruno Marques. Foram atendidas todas as regiões do Estado.

 

Visão do técnico

 

“A criação de cavalos nas regiões Norte e Centro-oeste é mais complexa do que no Sul, principalmente pela questão das condições de solo, clima (chuva e seca) e vegetação (pastagem). No Mato Grosso encontrei criadores com bom nível zootécnico nos seus plantéis e também com boa criação. A mola que impulsiona o Crioulo nessa região é sem dúvida o Laço Comprido. Há muito esforço dos criadores para difundir a raça. Observei uma peculiaridade: os competidores querem um animal que tenha qualidade funcional e resistência, mas que também seja bonito e correto morfologicamente. Isso é muito bom, principalmente pela valorização dos animais de qualidade. Futuramente esses animais vão integrar as manadas da região.”

 

O trajeto percorrido

Confira abaixo as cidades que fizeram parte da Gira Técnica, por ordem de visitação:

 

  • Lucas do Rio Verde

  • Tapurah

  • Matupá

  • Alta Floresta

  • Cotriguaçu

  • Juruena

  • Campo Novo do Parecis

  • Cuiabá

  • Campo Verde

  • Querência

  • Nova Xavantina

  • Itiquira

 

Para visualizar o vídeo com as cidades, clique aqui