ABCCC - Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos

Marcha de Integração está com inscrições abertas

16 DE MAIO DE 2018 - ATUALIZADA EM 16 DE MAIO DE 2018 | Redator: Matheus Pereira/Especial ABCCC

Mais uma Marcha de Integração se avizinha, e enquanto o evento só ocorre de fato em junho, as inscrições já estão abertas no site da ABCCC e se encerram no próximo dia 23 de maio. Marcada para o dia 30 de junho, a prova se estende até 14 de julho, quando os vencedores serão conhecidos. Assim como na edição passada, estima-se R$35 mil em premiações.

 

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Serão 750 quilômetros divididos entre os intensos dias de prova. A Marcha ocorrerá em Aceguá/RS e tem concentração marcada para o dia 30 de maio, um mês antes da partida oficial. Inscritos devem ficar atentos: sócios pagam R$250, enquanto não-sócios pagam R$500.

 

Este ano, os participantes da marcha serão submetidos a exame de admissão veterinária. A ferramenta de seleção de resistência objetiva o bem-estar animal e é adotada em todas as classificatórias do Freio de Ouro, por exemplo. O exame se dá pela análise do animal em movimento, buscando eventuais lesões que podem ficar mais graves durante a atividade da Marcha.

 

Cuidados antes e durante a marcha

 

Ainda pensando no bem-estar dos animais, um cuidado a mais deve ser levado em conta no evento de Aceguá. No percurso e nas terras por onde os competidores passam, há uma planta que pode ser nociva aos cavalos. Algumas dicas são importantes e podem ser tomadas antes dos animais frequentarem locais infestados pela planta conhecida como mio-mio. Um dos métodos é evitar que os animais fiquem períodos prolongados sem receber alimentação a água.

 

A ideia é que os animais fiquem distantes de lugares com grande presença da planta. É importante que estejam bem alimentados, pois estando saciados, não se alimentarão de mio-mio. Outro ponto a ser levantado é que os cavalos não entrem com sede em campos tomados pela planta. Com sede e fome, acabam pastando sem seletividade, podendo ingerir alimento nocivo.

 

Outras formas de evitar a intoxicação podem ser tomadas: esfregar a planta nas gengivas e focinho fazem com que o cavalo conheça previamente e evite o contato com mio-mio. O mesmo pode ocorrer com a defumação, onde o animal aspira a fumaça da planta. A introdução dos animais em áreas tomadas por mio-mio, de forma gradativa, busca adaptar o cavalo ao contexto, fazendo com que ele aprenda e não pastar o alimento tóxico.